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Vocês sempre irão me ver falando que o consórcio, nesse caso, de imóveis, é um crédito que tem por finalidade realizar qualquer projeto que envolta um imóvel, desde a compra (imóveis e terrenos), a construção e até mesmo reformas. É nesse ponto que eu queria chegar. Vamos falar superficialmente como funcionam esses processos e como você, pessoa física ou jurídica, que deseja construir ou reformar e, com toda certeza, como você, engenheiro e arquiteto que tem essa demanda contínua pode se beneficiar do sistema de consórcios.

Para construir no consórcio, o cliente precisa ter um terreno quitado e em seu nome. Geralmente esse dinheiro é liberado em etapas ou em uma única vez, se o imóvel em garantia tem valor superior ao que será liberado em crédito. Com esse capital em mãos, o consorciado poderá fazer a gestão que achar melhor, como quitar o material de construção para obter descontos, pagar a mão de obra ou então pagar logo toda a empreitada a um construtor. Na operação de construção, pode ser utilizado o FGTS no lance, no complemento da carta de crédito e no abatimento de parcelas.

Já na reforma, o cliente precisa ter um imóvel, quitado, averbado e em seu nome, para que possa captar esse recurso do consórcio e reformar/ampliar seu imóvel. Esse dinheiro é liberado em uma única etapa e depende da avaliação do imóvel em questão. As administradoras tem regras próprias para definir o percentual que será liberado de acordo com a avaliação. Quanto ao uso do capital, é similar ao caso da construção, onde você pode utilizar para comprar material e pagar os profissionais envolvidos. Nesse caso, o FGTS não pode ser utilizado.

Algumas observações importantes:

1 – Se o imóvel/terreno não esta quitado, o consorciado pode usar o crédito para quitar e o saldo remanescente para fazer seu projeto.
2 – Não é necessário apresentar notas fiscais de serviço ou material.
3 – Nesse post estamos falando de consórcio de imóveis, no caso de consórcio de serviços, o processo é diferente e mais comum em obras de pequeno porte (até 50 mil).

O problema de falta de recursos acaba agora!

Bom, apresentei como funciona para o cliente final, mas e como o consórcio pode ser útil para você, prestador do serviço? Bem, na verdade, o consórcio vai ajudar a engenharia e arquitetura na maioria dos casos onde o cliente tem insuficiência de recursos.

Pensa comigo:

– você cria um belo projeto, realmente especial e, na hora do “vamos ver”, o cliente não esperava o valor que foi apresentado, isso cria aquela situação constrangedora, que acaba agora! Olha um exemplo:


“Querido cliente, seu projeto vai custar 200.000,00”.
“Querido arquiteto, eu só tenho 100.000,00, tem como ajustar? Dar uma enxugada? Fazer só metade?”
“Não, mas podemos alavancar o restante do capital com um consórcio.”

O que acontece nesse momento?
1 – você mantém seu projeto
2 – O cliente mantém seu sonho
3 – você terá seu cliente ainda mais fiel, pois além de um bom profissional, você também agiu como um ativo na vida dessa pessoa.
4 – com o consórcio, eu ajudo essa pessoa a alavancar o restante do recurso, montando uma proposta bem assertiva, sem demoras.

Se quiser entender ainda melhor, da uma olhadinha nesse link, sobre como o consórcio é uma grande ferramenta na arquitetura e na engenharia.

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